- Santa Missa em Intenção do I Concílio
Hierosolimitano -
PROCISSÃO DE ENTRADA
CANTO
É TEMPO DE EDIFICAR!
É TEMPO DE EDIFICAR!
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
1. REUNIDOS TODOS EM JERUSALÉM
PARA FAZER A VONTADE DO SENHOR
UMA IGREJA MILITANTE RUMO A IGREJA
TRIUNFANTE
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
2. INSPIRADOS PELO SANTO ESPÍRITO
PARA FAZER A VONTADE DO SENHOR
SOB O TRIREGNUM DE JOÃO PAULO SÉTIMO
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
3. REUNIDOS EM TORNO DOS NOSSOS PASTORES
PARA FAZER A VONTADE DO SENHOR
SENDO HERDEIROS DA MISSÃO DO PAPA
GREGÓRIO
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
4. INSPIRADOS PELA MÃE DAS GRAÇAS
PARA FAZER A VONTADE DO SENHOR
TODO POVO REUNIDO E FACE A FACE À LUZ
DO CRISTO
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
5. A IGREJA EUCARÍSTICA REUNIDA
PARA FAZER A VONTADE DO SENHOR
AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO
SOMOS CHAMADOS AO SENHOR!
SAUDAÇÃO
Terminado
o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o
sacerdote diz:
Pres: Em
nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo
responde:
Ass: Amém.
O Sacerdote
continua:
Pres: A
vós irmãos, graça e paz da parte de Jesus Cristo nosso Senhor.
E o povo
responde:
Ass: Bendito
seja Deus que nos reuniu no Amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato
Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Em
Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai,
abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de
aproximar-nos da mesa do Senhor.
Pres: Senhor, Luz para os que crêem na vossa face, tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres: Cristo, Luz para os que habitam na escuridão, tende piedade de nós.
Ass: Cristo,
tende piedade de nós.
Pres: Senhor, Filho do Deus Vivo, tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição:
Pres: Deus
todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à
vida eterna.
Ass: Amém.
Pres: Oremos.
E todos oram em
silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote
abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.
Pres: Ó Deus, que velais
sobre nós com bondade e governai com amor, dai o vosso espírito de sabedoria
àqueles a quem confiastes o governo da Igreja, para que levem o vosso povo a um
maior conhecimento da verdade e o torne cada vez mais santo. Por nosso Senhor
Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
LITURGIA DO DIA
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se
o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Jesus Cristo salvador destruiu o
mal e a morte; fez brilhar pelo Evangelho a luz e a vida imperecíveis
O diácono que vai proclamar
o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em
teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu
Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito
Santo.
O diácono responde:
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o
sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus
todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie
dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote
dirige-se ao ambão.
Diác ou Sac: O Senhor esteja
convosco.
Ass: Ele está no meio de
nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do
Evangelho de Jesus Cristo, segundo N.
Ass: Glória
a vós, Senhor.
Terminado
o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da
Salvação.
Ass: Glória a vós,
Senhor.
O sacerdote beija o livro,
rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Depois do
Evangelho, o Sacerdote faz a homilia, explicando as leituras bíblicas.
PROFISSÃO DE FÉ
Ass: Creio em um só
Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis
e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus,
nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus
verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai.
Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para
nossa salvação, desceu dos céus:
Todos se ajoelham.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez
homem.
Todos se levantam.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi
sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu
aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua
glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do
Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos
profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só
batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida
do mundo que há de vir. Amém.
OFERTÓRIO
CANTO
1. A HÓSTIA SOBRE O
ALTAR
QUE APRESENTAMOS, Ó
DEUS,
SURGIU DO NOSSO
TRABALHO,
TRABALHO DOS FILHOS
TEUS.
NÓS TE BENDIZEMOS,
DEUS DO UNIVERSO
POR QUANTO NOS DÁS!
UM POUCO DE TUDO
ESTÁ SOBRE O ALTAR.
2. TROUXEMOS VINHO
E PÃO
QUE APRESENTAMOS,
SENHOR,
PARA SER EUCARISTIA
TEU CORPO, DOM DE
AMOR.
3. OS NOSSOS DONS
QUE SÃO TEUS
E TRANSFORMADOS
SERÃO
REÚNEM TUA FAMÍLIA
EM TI, NUM SÓ
CORAÇÃO.
35. Inicia-se o canto do ofertório,
enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o
missal.
38. Depois, toma a patena com o pão e,
elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus
do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do
trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da
vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo
acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito
seja Deus para sempre!
39. Em seguida, coloca a patena com o pão
sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no
cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade
do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
40. Em seguida, o sacerdote toma o cálice
e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da
Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos
apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito
seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
41. O sacerdote, inclinado, reza em
silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e
seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso
Deus.
43. O sacerdote, de pé, ao lado do altar,
lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas
faltas e purificai-me de meus pecados.
44. No meio do altar e voltado para o povo,
estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus
Pai todo-poderoso.
Ass: Receba
o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para
nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza
a oração sobre as oferendas;
Pres: Considerai, ó Deus
de clemência, as ofertas dos vossos servos e derramai sobre eles a graça da
vossa luz, para que compreendam o que é reto aos vossos filhos e cheios de
confiança o realizem. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO COMUM IV
O louvor, Dom de Deus
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre
os braços e diz:
Pres: O
Senhor esteja convosco.
Ass: Ele
está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações
ao alto.
Ass: O
nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos
graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É
nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços
abertos, continua o prefácio.
Pres: Na Verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Ainda
que nossos louvores não vos sejam necessários, vós nos concedeis o dom de vos
louvar. Eles nada acrescentam ao que sois, mas nos aproximam de vós por Jesus
Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. Por essa razão, os anjos do céu, as
mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos,
jubilosos, vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam
a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana
nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
O sacerdote, de braços
abertos, diz:
Pres: Na
verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o
vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela
força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais
de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao
pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e as estende sobre as
oferendas, dizendo:
Pres: Por
isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos
apresentamos para serem consagradas,
Une as mãos e traça o sinal da cruz
sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso
Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
O sacerdote une as mãos.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras
do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e
abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um
pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão,
deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia
consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao
fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos,
mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice
em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo,
coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida, diz:
Eis o mistério da
fé!
Ass: Salvador
do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços
abertos, diz:
Pres: Celebrando
agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua
gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova
vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e
santidade.
Pres: Olhai
com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia
convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só
espírito.
1C: Que
ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os
vossos santos: a virgem Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos
apóstolos e mártires, São Sebastião, Santa Águeda e de todos os santos, que não cessam de
interceder por nós na vossa presença.
2C: E
agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação
estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a
vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa João Paulo , com o nosso
Custódio, Dom Wesley com os bispos do mundo inteiro, o clero
e todo o povo que conquistastes.
2C: Atendei
as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai
de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
3C: Acolhei
com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e
todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós
saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por
Cristo, Senhor nosso.
3C: Por
ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
Ergue o cálice e a
patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em
Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a
honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!
RITO
DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a
patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Guiados
pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:
Ass: Pai
nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso
reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o
pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim
como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho,
de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males,
ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos
sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a
esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração
aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o
poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços
abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes
aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os
nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso
desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e
conclui:
Vós, que sois
Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote,
estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre
convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo
nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte
o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em
silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do
Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a
vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou
recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus
que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas
várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se
diz: dai-nos a paz.
O sacerdote, de mãos unidas,
reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do
Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela
vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e
jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor
Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem
causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio
para a minha vida.
O sacerdote faz genuflexão,
toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Felizes os convidados para a Ceia do
Senhor. Eis
o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma
só vez:
Ass: Senhor, eu não sou
digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o
altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de
Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza
em silêncio:
Que o Sangue de
Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e,
mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a
sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver comunhão sob as duas
espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga
do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
CANTO
EU SOU O PÃO DA VIDA, O PÃO DO
CÉU
EU SOU O REI DOS REIS, O
SALVADOR
EU SOU O CRISTO, O FILHO DO
DEUS VIVO
ME DEI POR VÓS, SÓ POR AMOR
ESTE É MEU CORPO, TOMA E COMEI
ESTE É MEU SANGUE, TOMA E
BEBEI
REVESTI-VOS DE MINHA FORÇA
ESTEJAIS EM MIM
EIS QUE ESTOU CONVOSCO ATÉ O
FIM.
EU VENCI O MUNDO, VOS LIVREI
DO MAL
TOMEI VOSSOS PECADOS, DEIXEI
LÁ NA CRUZ
VOS LIVREI DA MORTE, TOMEI
VOSSA DOR
VENHA, TENHA CORAGEM, EU SOU O
SENHOR
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
De pé, junto à cadeira ou ao
altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote,
rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote
abrindo os braços diz a oração:
Concedei-nos, ó
Deus de misericórdia, que o sacramento agora recebido confirme os vossos servos
na verdade e os leve a procurar a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o
povo aclama:
Ass: Amém.
ORAÇÃO À NOSSA
SENHORA APARECIDA
Pres: Ó
Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida
imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil. Eu,
embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do
desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos
pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que
mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a
vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame
sobre todas as coisas. Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo
crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas;
acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas
necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte. Abençoai-me,
ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em
minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa
louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade. Assim seja!
Ass: Amém.
Ass: Amém.
RITOS FINAIS
142. Segue-se o rito de
despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio
de nós.
O sacerdote
abençoa o povo dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio
sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o
Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.


